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15/08/12 - Musical

Musical

Um espetáculo musical, permeado pela estranheza, calcado na sutileza. “Canções para não dizer”, em cartaz todas as quartas-feiras do mês de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, conta a história da noite em que Marcelo é esquecido na repartição, tendo de ficar trancado, a noite inteira em um lugar onde, curiosamente, nada funciona e a porta parece ser impossível de ser arrombada.

Mas ele não está sozinho. Existe um pombo no forro do teto que não para de fazer barulho. Lá fora, ocorreu um acidente. O texto utiliza como metáfora o “arquivo morto”. O personagem central começa a enxergar-se como tal e tenta buscar nas memórias da plateia, momentos que o alimentem e que o façam se sentir vivo, com uma identidade definida. Tendo a música e o improviso como carros chefes da encenação, a peça tem recursos como a dança, o canto e a inércia como elementos de estranheza, quebrando elementos e lógicas realistas.

A peça propõe-se a discutir a busca da identidade perdida de um personagem da grande megalópole, indivíduo que já não possui sua individualidade, perdida em meio ao cotidiano. Esse personagem tornou-se um arquétipo do novo mundo, integrado, que forma um conglomerado heterogêneo, capaz de construir novas identidades e esfacelar as antigas. Os novos processos de interação humana, caracterizados pela globalização, pela força dos veículos midiáticos e pela sociedade da informação, têm fragmentado o homem e o transformado em ser dissonante e plural, legitimamente em crise.

O espetáculo do Grupo Cabauêba de Teatro é dirigido por Lucas Sancho e tem canções de Daniel Groove. Dando continuidade a pesquisa do diretor, sobre Ator Maestro, iniciada no espetáculo “Dias de Setembro” (2009), CANÇÕES PARA NÃO DIZER tem em cena um único ator, responsável por tudo que ocorrerá na peça, livre de técnicos, cenotécnicos, contra regras ou operadores de luz e som.


Sobre Lucas Sancho

Lucas Sancho é ator, diretor, dramaturgo, professor e videomaker. Iniciou sua carreira profissional em 1999 e desde então já atuou em mais de vinte espetáculos, entre adultos e infantis. Seus ultimos espetáculos foram a comédia musical "Bumba Meu Fusca" sob a direção de Ednaldo Freire, o monólogo "Dias de Setembro" e o drama "Sobre o Fim". Atualmente está em cartaz com “O Ultimo Pássaro” sob a direção de Frank Totino.

Em 2001 fundou o Grupo Cabauêba de Teatro onde assinou a direção dos espetáculos Mistério (2003), Linha Férrea (2004), Vento Verde (2005), As Meninas (2006), Dias de Setembro (2009) e Sobre o Fim (2011). Também dentro do grupo realizou inúmeros experimentos cênicos no formato de esquete rendendo vários prêmios na categoria. O grupo surgiu em agosto de 2001, em Fortaleza/CE, unindo atores com pensamentos dramáticos em comum. Desde então vem desenvolvendo uma linguagem experimentalista própria, onde os objetivos são as diferentes relações possíveis entre ator-espectador, ator-espaço, texto-improvisação, resultando na pesquisa do Ator Maestro.

Já estudou diferentes vertentes das artes com Antunes Filho, Gabriel Villela, Grupo XIX de Teatro, Grupo Espanca!, Teatro da Vertigem, Cia do Latão, Marici Salomão, Samir Yazbeck, Bete Dorgan, Frank Totino, Ednaldo Freire, Zeca Bittencourt, Paulo Cesar Medeiros, dentre outros. Estudou teatro musical na 4ACT, canto com Rafael Villar, Fred Silveira, Nick Vila Maior e Natalia Quiroga. Integrou o Volúpia Cia de Teatro, grupo que investiga a poética da desconstrução do ator a partir de referências cinematográficas e fez parte do elenco da Scripiti, grupo coordenado pela diretora australiana Rea Denis que trabalha com a técnica do Playback Theater de improvisação. Foi bolsista do CAT - Centro de Aprefeiçoamento Teatral, projeto da Cooperativa Paulista de Teatro coordenado por João das Neves.

No campo audiovisual, estudou interpretação na Escola de Atores Wolf Maia, Studio Take a Take, Studio Fatima Toledo e fez cursos com os diretores Fernando Leal e Pedro Vasconcelos. Também dirigiu os documentários “Haroldo e Hiramisa”, “Diário Líquido”, “10 anos” e a videoarte “O Mármore e o Sangue”.

É formado em Comunicação Social pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza e Pós-graduado em Design pelo Senac São Paulo. Já trabalhou em segmentos da Comunicação como designer gráfico, arte finalista e diretor de arte, repórter, produtor cultural, professor e assessor de imprensa.

Sobre o Grupo Cabauêba de Teatro

Fundado em agosto de 2001 na cidade de Fortaleza/CE, o Grupo Cabauêba de Teatro tem como objeto principal de estudo o ser humano contemporâneo urbano, abordando suas carências, crueldades e desejos. A sociedade na qual este ser está inserido o coloca em situações-limite, impondo conceitos e valores que algumas vezes não dialogam com o pensamento individual. Esse conflito sociedade x homem vem sendo retratado em todos os espetáculos e esquetes encenados pelo grupo ao longo desses oito anos de existência. Desde então vem desenvolvendo uma linguagem experimentalista própria, onde os objetivos são as diferentes relações possíveis entre ator-espectador, ator-espaço, texto-improvisação, resultando na pesquisa do Ator Maestro.

Em 2001 iniciou suas pesquisas em cima de peças de Nelson Rodrigues, gerando os experimentos “A Valsa” e “Nudez da Zona”, porém, o grupo queria ter mais autonomia sobre a dramaturgia que fosse ser encenada, passando a buscar referências na literatura nacional. A partir de 2002 inicia os ensaios de sua primeira montagem “Mistério”, inspirado em contos da escritora Lygia Fagundes Telles. O universo da escritora paulistana permeia as referências do grupo até hoje.

Em 2004 foi vez das letras de Tércia Montenegro, escritora cearense, ganharem leitura teatral. “Linha Férrea” teve êxito de público e crítica, participando de importantes festivais como o FILO – Festival Internacional de Londrina, Mostra de Teatro de Grupo e do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Neste último, o grupo estreou em 2005 “Vento Verde”, mais uma vez inspirado em contos de Lygia Fagundes Telles. Já em 2006 o grupo resolve montar “As Meninas”, romance aclamado da escritora, dando a montagem uma nova abordagem, com questões contemporâneas. O projeto do espetáculo foi selecionado para o Interlocução Teatral do SESC-CE, participando da Mostra Palco Giratório nesse mesmo ano. Em 2008, a atmosfera crua e urbana de Caio Fernando Abreu serviu de inspiração para a montagem “Dias de Setembro”.

Em 2011, o grupo completou 10 anos de atividades estreando em Fortaleza/CE o espetáculo "Sobre o Fim". Sendo um grupo de pesquisa experimental, o formato do esquete ganhou força dentro dos laboratórios cênicos. Desde 2001, o grupo já acumula um total de 16 esquetes, gerando a coletânea “Réquiem”, tendo arrebatado vários prêmios na categoria.

Fonte: Assessoria de Imprensa Teatro Sérgio Cardoso

Informações

Tipo do Evento: Musical
Evento: “Canções para não dizer”
Hora: às 21h00
Valor:

R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia-entrada

Quando

8, 15, 22 e 29 de Agosto – Quartas feiras 

Quarta Feira

Contato

Site: Veja o Link
Telefone: (11) 3288-0136

Localização

Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista

Observação

Foto: Divulgação
Musical

Canções para não dizer conta a história de um funcionário que é esquecido na repartição

Um espetáculo musical, permeado pela estranheza, calcado na sutileza. “Canções para não dizer”, em cartaz todas as quartas-feiras do mês de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, conta a história da noite em que Marcelo é esquecido na repartição, tendo de ficar trancado, a noite inteira em um lugar onde, curiosamente, nada funciona e a porta parece ser impossível de ser arrombada.

Mas ele não está sozinho. Existe um pombo no forro do teto que não para de fazer barulho. Lá fora, ocorreu um acidente. O texto utiliza como metáfora o “arquivo morto”. O personagem central começa a enxergar-se como tal e tenta buscar nas memórias da plateia, momentos que o alimentem e que o façam se sentir vivo, com uma identidade definida. Tendo a música e o improviso como carros chefes da encenação, a peça tem recursos como a dança, o canto e a inércia como elementos de estranheza, quebrando elementos e lógicas realistas.

A peça propõe-se a discutir a busca da identidade perdida de um personagem da grande megalópole, indivíduo que já não possui sua individualidade, perdida em meio ao cotidiano. Esse personagem tornou-se um arquétipo do novo mundo, integrado, que forma um conglomerado heterogêneo, capaz de construir novas identidades e esfacelar as antigas. Os novos processos de interação humana, caracterizados pela globalização, pela força dos veículos midiáticos e pela sociedade da informação, têm fragmentado o homem e o transformado em ser dissonante e plural, legitimamente em crise.

O espetáculo do Grupo Cabauêba de Teatro é dirigido por Lucas Sancho e tem canções de Daniel Groove. Dando continuidade a pesquisa do diretor, sobre  Ator Maestro, iniciada no espetáculo “Dias de Setembro” (2009), CANÇÕES PARA NÃO DIZER tem em cena um único ator, responsável por tudo que ocorrerá na peça, livre de técnicos, cenotécnicos, contra regras ou operadores de luz e som.


SOBRE LUCAS SANCHO
 

Lucas Sancho é ator, diretor, dramaturgo, professor e videomaker. Iniciou sua carreira profissional em 1999 e desde então já atuou em mais de vinte espetáculos, entre adultos e infantis. Seus ultimos espetáculos foram a comédia musical "Bumba Meu Fusca" sob a direção de Ednaldo Freire, o monólogo "Dias de Setembro" e o drama "Sobre o Fim". Atualmente está em cartaz com “O Ultimo Pássaro” sob a direção de Frank Totino.

Em 2001 fundou o Grupo Cabauêba de Teatro onde assinou a direção dos espetáculos Mistério (2003), Linha Férrea (2004), Vento Verde (2005), As Meninas (2006), Dias de Setembro (2009) e Sobre o Fim (2011). Também dentro do grupo realizou inúmeros experimentos cênicos no formato de esquete rendendo vários prêmios na categoria. O grupo surgiu em agosto de 2001, em Fortaleza/CE, unindo atores com pensamentos dramáticos em comum. Desde então vem desenvolvendo uma linguagem experimentalista própria, onde os objetivos são as diferentes relações possíveis entre ator-espectador, ator-espaço, texto-improvisação, resultando na pesquisa do Ator Maestro.

Já estudou diferentes vertentes das artes com Antunes Filho, Gabriel Villela, Grupo XIX de Teatro, Grupo Espanca!, Teatro da Vertigem, Cia do Latão, Marici Salomão, Samir Yazbeck, Bete Dorgan, Frank Totino, Ednaldo Freire, Zeca Bittencourt, Paulo Cesar Medeiros, dentre outros. Estudou teatro musical na 4ACT, canto com Rafael Villar, Fred Silveira, Nick Vila Maior e Natalia Quiroga. Integrou o Volúpia Cia de Teatro, grupo que investiga a poética da desconstrução do ator a partir de referências cinematográficas e fez parte do elenco da Scripiti, grupo coordenado pela diretora australiana Rea Denis que trabalha com a técnica do Playback Theater de improvisação. Foi bolsista do CAT - Centro de Aprefeiçoamento Teatral, projeto da Cooperativa Paulista de Teatro coordenado por João das Neves.

No campo audiovisual, estudou interpretação na Escola de Atores Wolf Maia, Studio Take a Take, Studio Fatima Toledo e fez cursos com os diretores Fernando Leal e Pedro Vasconcelos. Também dirigiu os documentários “Haroldo e Hiramisa”, “Diário Líquido”, “10 anos” e a videoarte “O Mármore e o Sangue”.

É formado em Comunicação Social pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza e Pós-graduado em Design pelo Senac São Paulo. Já trabalhou em segmentos da Comunicação como designer gráfico, arte finalista e diretor de arte, repórter, produtor cultural, professor e assessor de imprensa.

Sobre o Grupo Cabauêba de Teatro
 

Fundado em agosto de 2001 na cidade de Fortaleza/CE, o Grupo Cabauêba de Teatro tem como objeto principal de estudo o ser humano contemporâneo urbano, abordando suas carências, crueldades e desejos. A sociedade na qual este ser está inserido o coloca em situações-limite, impondo conceitos e valores que algumas vezes não dialogam com o pensamento individual. Esse conflito sociedade x homem vem sendo retratado em todos os espetáculos e esquetes encenados pelo grupo ao longo desses oito anos de existência. Desde então vem desenvolvendo uma linguagem experimentalista própria, onde os objetivos são as diferentes relações possíveis entre ator-espectador, ator-espaço, texto-improvisação, resultando na pesquisa do Ator Maestro.

Em 2001 iniciou suas pesquisas em cima de peças de Nelson Rodrigues, gerando os experimentos “A Valsa” e “Nudez da Zona”, porém, o grupo queria ter mais autonomia sobre a dramaturgia que fosse ser encenada, passando a buscar referências na literatura nacional. A partir de 2002 inicia os ensaios de sua primeira montagem “Mistério”, inspirado em contos da escritora Lygia Fagundes Telles. O universo da escritora paulistana permeia as referências do grupo até hoje.

Em 2004 foi vez das letras de Tércia Montenegro, escritora cearense, ganharem leitura teatral. “Linha Férrea” teve êxito de público e crítica, participando de importantes festivais como o FILO – Festival Internacional de Londrina, Mostra de Teatro de Grupo e do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga. Neste último, o grupo estreou em 2005 “Vento Verde”, mais uma vez inspirado em contos de Lygia Fagundes Telles. Já em 2006 o grupo resolve montar “As Meninas”, romance aclamado da escritora, dando a montagem uma nova abordagem, com questões contemporâneas. O projeto do espetáculo foi selecionado para o Interlocução Teatral do SESC-CE, participando da Mostra Palco Giratório nesse mesmo ano. Em 2008, a atmosfera crua e urbana de Caio Fernando Abreu serviu de inspiração para a montagem “Dias de Setembro”.

Em 2011, o grupo completou 10 anos de atividades estreando em Fortaleza/CE o espetáculo "Sobre o Fim".  Sendo um grupo de pesquisa experimental, o formato do esquete ganhou força dentro dos laboratórios cênicos. Desde 2001, o grupo já acumula um total de 16 esquetes, gerando a coletânea “Réquiem”, tendo arrebatado vários prêmios na categoria.

“Canções para não dizer”
Dias 8, 15, 22 e 29 de Agosto – Quartas feiras às 21h00
Valor: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia-entrada
Duração: 55 Min
Censura: 14 anos


Teatro Sérgio Cardoso - Estações do Metrô Próximas: São Joaquim e Brigadeiro

Sala Paschoal Carlos Magno - 144 lugares
Ar-condicionado
Acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
Horário da bilheteria: quarta a domingo das 15h às 19h (vendas antecipadas)
Cartões: Visa e Visa Electron

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